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domingo, 12 de abril de 2009

Crise Páscoa

Hoje é domingo de Páscoa, para os católicos um dia de ressurreição, de renovação. Essa semana também foi comemorado o Pessach, a "Páscoa Judaica", que significa passagem, e representa a passagem do anjo da Morte enviado por Deus para libertar o povo judeu da escravidão imposta pelos Faraós.
Acredito, mesmo não sendo um estudioso de religiões, ou mesmo um filósofo gabaritado, que ambos significam, de um jeito ou de outro, renovação e libertação. Jesus, ao libertasse da Terra, e subindo aos céus, cumpriu sua função para com a Humanidade.
O Anjo da Morte, ao matar os primogênitos egípicos, trouxe esperança a um povo, renovando sua fé e libertando de seu martírio, cumprinido sua função com seu povo.
Mas a nós, meros mortais, o que esperar da Páscoa? Dizemos que é momento de renovação, de perdão, que devemos purificar nossos corpos e almas. Mas como conseguir isso?
O Perdão é muito dificil de ser atingido, principalmente quando se trata de perdoar dos pecados próprios. Perdoar os outros é mais fácil, pois não se conhece as motivações internas, os sentimentos, quando se trata de perdão aos erros próprios, o nível é elevado, principalmente para pessoas que sofrem de um perfeccionismo extremo, que acreditam que devem errar o mínimo possível.
De vez em quando a vida nos ensina que esses obstáculos aparecem em nossas vidas apenas para mostrar que não temos total poder sobre nossas vidas. Mas como se perdoar quando provocou sofrimento a pessoas importantes em nossas vidas. Como atingir esse nível de evolução? Quanto se deve sofrer para entender como agir?
Desculpar é fácil, pois há uma ofensa menor, um drama particular que tem o intuito muito mais de confortar o outro, mas para perdoar é necessário passar por cima do sofrimento causado, entender e deixar no passado. Cobrar-se menos é um bom começo, mas é é um passo grande, e nem sempre temos essa envergadura de perna para dar.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Crise de Latinha

Há dias que simplesmente não são bons. O desejo é que o relógio corra para que ele logo acabe, mas insiste em nos contrariar, arrastando-se vagarosamente por cada um dos segundos existentes no dia, nos fazendo viver as 24 horas de cada um dos fusohorários por inteiro, dando a chance de sofremos por 34560 minutos inteiros.

O sofrimento nem sempre é causado por uma causa em especial, apenas um mal momento cabalístico, com data de término marcada na agenda cósmica.

Não podemos sofrer por isso, nos cabe, neste momento, ter consciência e lidar da melhor forma possível.

Enquanto isso, coloque um sorriso no seu personagem, e tente levar a vida com uma certa leveza, dentro do turbilhão interno.