O Estranho caso de Benjamin... é surpreendentemente bom. Brad Pitty dá um show, e chega a ficar irreconhecivel na tela, deixando a sua beleza para uma excelente atuação, embora ele já tenha mostrado que não é um rosto bonito com uma bela mulher ao lado (seja a Jennifer Aniston ou Anegelina Jolie) para provar que é um galã de talento artísitco. Mas não é isso que eu quero discorrer. É o filme.
A história é surpreendente. Fala do tempo, e por ser contrária à natureza, deixa isso claro ao espectador... uma frase que me surpreendeu foi a da inaurguração do relógio, na estação de trem, quando o relojeiro, que perdeu um filho na guerra diz algo sobre o tempo andar para trás, para que os que morreram pudessem renascer, os que partiram, chegassem, e assim por diante...
A vida moderna é refém do relógio, do tempo, do dia curto e da noite inexistente. Nós precisamos viver do amanhã, nos planejar hoje o que seremos amanhã, não deixamos tempo para o inesperado, para a paixão na esquina, para um papo relaxado, queremos tudo junto, ao mesmo tempo e agora e esquecemos de viver o momento.
Queremos a paixão de novela, a fama da TV, a capa da revista, mas não damos importância ao nosso próprio prazer. Estamos preocupados em agradar, em sermos o que o mundo deseja, em estarmos preparados para a oportunidade que nos aproxima.
Sofremos por antecedência, ficamos ansiosos, criamos expectativas, mas esquecemos de ao invés contar os minutos, vivê-los, pois se assim fosse, os que partiram estariam em nossas lembranças, o que morreram permaneceriam em nossos corações, e não reclamaríamos a sua ausência, por ão termos ido naquela viagem, por não termos dado aquele beijo, por não termos dito, quando tivemos oportunidade: eu te amo; desculpe; saudades de você, tchau...
O tempo é implacável, e muito se fala sobre ele, mas quando nos daremos conta de que ele passou? Talvez quando nos resta apenas um suspiro, e quando nossa vida passar diante dos nossos olhos como um comercial de tv barato, e não como um longa-metragem de sonhos realizados.
O tempo que vai, que voa, que foge, que corre, que nunca volta... o tempo que tememos encarar, que se esvai a cada suspiro e que não vale se não for com amor, com vontade, por prazer.
Trabalhamos demais, corremos demais, sofremos antecipadamente demais, e esquecemos de sofrer o momento, de sorrir o momento.
O estranho caso do benjamin, é também o de todos as marias, josés, rodrigos, ricardos, priscilas, marcios, mauricios, patricias, julianas, angelas, danieis, etc... é o retrato da nossa miséria humana. É a morte de nossa alma, minha, sua, e de todos nós
domingo, 25 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Crise de Mestre dos Magos
Dia desses um amigo disse que eu era como o mestre dos magos, sumia e desaparecia a meu bel prazer e sem mandar avisar. Essa é minha.
Eu nasci para ser livre. Para me perder é só me prender. Isso é o que diz a minha mãe sobre os meus relacionamentos. É a verdade.
A liberdade está relacionada diretamente ao meu lema: Carpe Diem! Aproveite o Dia, e no meu caso, sem medo de ser feliz e experimentar as coisas que se apresentam a mim, mas que claro não ofendam a minha dignidade e ética. Não acho que devemos ficar presos a rótulos, e São Paulo permite isso, ser livre. Frequentar um show de rock após um dia no MASP, ir no show da Madonna num dia, no Ballet noutro, e no pagode no seguinte. É possível ser russo e ir num restaurante Japonês, ser baiano e gostar de comida francesa. Eis a liberdade da minha vida.
Gosto de poder ir, e voltar porque quero. Pode parecer um pouco egoísta, frio, mas minha meta não é precisar de alguém para ser feliz. E me basto na minha felicidade. Não me importo de ir ao cinema sozinho. De andar por SP na companhia apenas da minha consciência. Mas isso não quer dizer que não goste de outras pessoas. Se eu tiver a sorte de ter uma pessoa com quem eu possa dividir minhas vitórias, somar minhas conquistas, repartir o peso dos meus problemas, agarrarei a oportunidade como se fosse meu último suspiro, mas se a vida me separar dela, deixarei ir, deixando na minha bagagem as boas experiências que tive.
A questão de ser Mestre dos Magos é isso: é ir porque preciso, e voltar porque eu quero. A Liberdade de poder partir, sabendo que se tem para quem e onde voltar é um conforto na minha alma.
Acredito que se as pessoas vivessem nessa liberdade seriam mais felizes. Conheço pessoas viciadas em namoros, que não suportam a idéia de ficarem sozinhas, pelo simples fato de não suportarem a própria consciência.
A minha individualidade, tantas vezes anuladas em relacionamentos, pois amei demais, me apaixonei intensamente, me deixa um enorme vazio no coração, sinto saudades de mim. Tento aprender, e aplicar para os novos relacionamentos, a manuntenção da minha individualidade.
Acho que para me defender de mim mesmo eu tenho utilizado a regra do "mestre dos magos" desaparecer quando conveniente, e voltar quando com saudade. Assim, mantendo a minha individualidade, consigo manter a sedução inicial que eu provoquei por se simplesmente eu.
Acho que no fundo, se cada um cuidasse de si, fazendo as coisas que se gosta, teríamos menos relacionamentos frustrados, menos casamentos desfeitos, mais casais felizes, menos Prozac e Lexotan.
Sou mestre dos magos aprendendo a ser feliz e a amar direito. Posso levar uma vida para aprender, mas espero poder ser capaz de manter-se como sou, amando aos outros, mas acima de tudo, amando a mim e preservando minha individualidade, mesmo que para isso, eu precise sumir um pouco de vez em quando.
Eu nasci para ser livre. Para me perder é só me prender. Isso é o que diz a minha mãe sobre os meus relacionamentos. É a verdade.
A liberdade está relacionada diretamente ao meu lema: Carpe Diem! Aproveite o Dia, e no meu caso, sem medo de ser feliz e experimentar as coisas que se apresentam a mim, mas que claro não ofendam a minha dignidade e ética. Não acho que devemos ficar presos a rótulos, e São Paulo permite isso, ser livre. Frequentar um show de rock após um dia no MASP, ir no show da Madonna num dia, no Ballet noutro, e no pagode no seguinte. É possível ser russo e ir num restaurante Japonês, ser baiano e gostar de comida francesa. Eis a liberdade da minha vida.
Gosto de poder ir, e voltar porque quero. Pode parecer um pouco egoísta, frio, mas minha meta não é precisar de alguém para ser feliz. E me basto na minha felicidade. Não me importo de ir ao cinema sozinho. De andar por SP na companhia apenas da minha consciência. Mas isso não quer dizer que não goste de outras pessoas. Se eu tiver a sorte de ter uma pessoa com quem eu possa dividir minhas vitórias, somar minhas conquistas, repartir o peso dos meus problemas, agarrarei a oportunidade como se fosse meu último suspiro, mas se a vida me separar dela, deixarei ir, deixando na minha bagagem as boas experiências que tive.
A questão de ser Mestre dos Magos é isso: é ir porque preciso, e voltar porque eu quero. A Liberdade de poder partir, sabendo que se tem para quem e onde voltar é um conforto na minha alma.
Acredito que se as pessoas vivessem nessa liberdade seriam mais felizes. Conheço pessoas viciadas em namoros, que não suportam a idéia de ficarem sozinhas, pelo simples fato de não suportarem a própria consciência.
A minha individualidade, tantas vezes anuladas em relacionamentos, pois amei demais, me apaixonei intensamente, me deixa um enorme vazio no coração, sinto saudades de mim. Tento aprender, e aplicar para os novos relacionamentos, a manuntenção da minha individualidade.
Acho que para me defender de mim mesmo eu tenho utilizado a regra do "mestre dos magos" desaparecer quando conveniente, e voltar quando com saudade. Assim, mantendo a minha individualidade, consigo manter a sedução inicial que eu provoquei por se simplesmente eu.
Acho que no fundo, se cada um cuidasse de si, fazendo as coisas que se gosta, teríamos menos relacionamentos frustrados, menos casamentos desfeitos, mais casais felizes, menos Prozac e Lexotan.
Sou mestre dos magos aprendendo a ser feliz e a amar direito. Posso levar uma vida para aprender, mas espero poder ser capaz de manter-se como sou, amando aos outros, mas acima de tudo, amando a mim e preservando minha individualidade, mesmo que para isso, eu precise sumir um pouco de vez em quando.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Maysa e Amy
Não acho que eu seja o primeiro, e nem serei o último a discursar sobre as enormes semelhanças entre a Maysa e a Amy Whinehouse, principalmente devido ao fato dessas histórias tão parecidas estarem em evidência na mídia nacional.
A primeira está na mídia falada, escrita, em livros, Cds, etc., graças ao excelente trabalho do seu filho na direção do seriado na TV Globo... com imagens belíssimas, uma atriz intensa (exceto quando dubla as músicas), locações maravilhosas, mostrou a intensidade dessa mulher nos anos 50 e seguintes. Foi a percurssora, nossa Janis Joplin tupiniquim, tubinabá... nossa Abapurú musical, que diante de toda a intensidade da vida, soube cantar como poucos a dor de cotovelo enquanto seu mundo caía diante da mídia e dos olhos dos seus fãs.
Amy, a segunda, está na mídia desde que um amor bandido a transformou num esqueleto de dor e talento, com músicas intensas que tratam de: dor de cotovelo! Ambas são de cidades duras (São Paulo e Londres), vítimas de paparazzos, da mídia, e da própria sorte.
São intensas demais para suportarem num frágil corpo feminino a dor do mundo. Seus olhos não são suficientes para chorar as lágrimas dos corações partidos, e diante de toda a poesia do seu sofrimento procuram bengalas para se suportarem.
Talvez elas sejam o "boi de piranha" de todo nosso sofrimento, a temos para assistirmos, com dó, mas no conforto de nosso sofá, a sualenta morte, apontando um dedo a elas e todos os outros a nós mesmos, por sua liberdade, desligamento das regras sociais, intensidade, e a cor da magia poética de amor sem nossa hipocrisia social.
Nós somos presos a tantas regras sociais, políticas e religiosas, que até para amar impomos cerimônias mil a demonstrar nosso amor... deixamos de amar e nos apaixonar com intensidade, escondemos nossos sentimentos porque não pega bem.
Odiamos e invejamos Amy e Maysa pois queremos ser como elas: intensas, livres... claro, não precisamos nos drogar e beber até destruir nossa saúde e vida, mas podemos nos preocupar mais com nossa sanidade mental e sentimental, do que ficar preocupado com os olhos alheios...
Acho que no fim das contas, o que as duas querem dizer é: cada um no seu quadrado... sejam você mesmos, e amem intensamente, não disperdicem a vida preocupados com os outros... mas pelo amor de deus, nada de usar tantas drogas...
A primeira está na mídia falada, escrita, em livros, Cds, etc., graças ao excelente trabalho do seu filho na direção do seriado na TV Globo... com imagens belíssimas, uma atriz intensa (exceto quando dubla as músicas), locações maravilhosas, mostrou a intensidade dessa mulher nos anos 50 e seguintes. Foi a percurssora, nossa Janis Joplin tupiniquim, tubinabá... nossa Abapurú musical, que diante de toda a intensidade da vida, soube cantar como poucos a dor de cotovelo enquanto seu mundo caía diante da mídia e dos olhos dos seus fãs.
Amy, a segunda, está na mídia desde que um amor bandido a transformou num esqueleto de dor e talento, com músicas intensas que tratam de: dor de cotovelo! Ambas são de cidades duras (São Paulo e Londres), vítimas de paparazzos, da mídia, e da própria sorte.
São intensas demais para suportarem num frágil corpo feminino a dor do mundo. Seus olhos não são suficientes para chorar as lágrimas dos corações partidos, e diante de toda a poesia do seu sofrimento procuram bengalas para se suportarem.
Talvez elas sejam o "boi de piranha" de todo nosso sofrimento, a temos para assistirmos, com dó, mas no conforto de nosso sofá, a sualenta morte, apontando um dedo a elas e todos os outros a nós mesmos, por sua liberdade, desligamento das regras sociais, intensidade, e a cor da magia poética de amor sem nossa hipocrisia social.
Nós somos presos a tantas regras sociais, políticas e religiosas, que até para amar impomos cerimônias mil a demonstrar nosso amor... deixamos de amar e nos apaixonar com intensidade, escondemos nossos sentimentos porque não pega bem.
Odiamos e invejamos Amy e Maysa pois queremos ser como elas: intensas, livres... claro, não precisamos nos drogar e beber até destruir nossa saúde e vida, mas podemos nos preocupar mais com nossa sanidade mental e sentimental, do que ficar preocupado com os olhos alheios...
Acho que no fim das contas, o que as duas querem dizer é: cada um no seu quadrado... sejam você mesmos, e amem intensamente, não disperdicem a vida preocupados com os outros... mas pelo amor de deus, nada de usar tantas drogas...
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Crise de Capitalização
Depois de muitos dias sem escrever, entendi que minha crise é de crise... sim, muita coisa aconteceu na minha vida, e resolvi fechar para capitalização e ver o que acontece.
Não fechei para balanço, porque nestes casos eu teria a venda por um valor menor, em promoção, liquidação...e não é isso que eu quero, quero voltar com valor maior de mercado, se bem que a crise mundial dificultou isso...
Tenho pensado nas minhas resoluções de fim de ano, em como coloca-los em prática... engraçado como é mais fácil idealizar o que se quer, mas como é dificil colocá-los em prática, por isso mesmo é tão complexo realizar num ano... alguns eu comecei a tentar me organizar para isso, mas é dificil...
E a questão é exatamente é essa... para voltar é preciso que algumas dessas resoluções sejam efetivamente executadas e a energia que isso será necessário para colocar em prática... é dificil, complexo, mas essencial...
Sabe, isso tudo será um teste para mim, a força de vontade em virar o que eu sempre quis, a pessoa que eu imaginei de mim... não que eu me ache uma pessoa ruim, ou esteja longe do meu ideal, mas alguns ajustes finos são necessários, e aqui está a dificuldade, cuidar do detalhe, do pequeno.
Esse post foi mais pessoal do que eu gosto, mas é um começo. Em breve retornaremos à programação normal.
domingo, 19 de outubro de 2008
Crise de Spam
Hoje estava apagando a minha caixa de e-mails em quarentena, por serem de destinatários desconhecidos e cheguei a uma conclusão, que outros já devem ter chegado, eu tenho pinto pequeno e sou impotente. Sério!
Vocês já perceberam a quantidade enorme de e-mails que recebemos: aumento o dito cujo, compre viagra, ciallis, etc.? e isso não apenas para e-mails de homens, que normalmente já sofrem desse trauma desde o berço, mas também as mulheres e neste caso com o agravante de toda a culpa de não terem um membro no meio das pernas e toda a dificuldade que isso traz a elas no mundo moderno, que Freud já explicava.
Esses spans me fazem pensar que nossa sociedade ultimamente está baseada no sexo, e nada mais. Todos querem ter o desempenho de ator porno, fazer o parceiro/a terem orgasmos múltiplos, querem receber o “oscar” de melhor performance sexual de todos os tempos. Todos queremos ser os Brad Pitts na cama com Madonna e claro com um membro enorme e rijo por muito tempo. Esquecemos que existem as preliminares, o beijo, os carinhos, o prazer pré-coito, o amor... queremos é sexo com falas de filme pornográfico, no máximo de porno-chanchada nacional. Não queremos conquistar, nem ter esse trabalho. É a época do fast food sexual.
No meio de tudo isso, temos toda a mitificação em relação ao tamanho do “astro principal” do ato. Como diz Ana Carolina: “todo homem tem um p.. maior, mais grosso que o meu...” ou qualquer coisa próximo a isso, mas que é verdade. Os homens tem esse trauma a séculos e agora isso é potencializado pela internet e seus sites e pelos spams.
O sexo está desqualificado por tanto falarmos nele. A liberdade sexual o tornou ordinário, no pior dos sentidos da palavra. Perdemos o encanto de fazer amor, de amarmos definitivamente, queremos o drive-thru, a coisa fácil, imediata e intensa. Estamos com a obrigação de fazermos a cada dia uma posição do Kama Sutra e quando chegarmos ao fim das posições somos obrigados a refazê-las em novas circunstâncias, lugares exóticos, misturar todas as posições numa só, devemos ser contorcionistas do sexo. E não esquecendo do tamanho e rigidez eterna do “astro rei”.
Fico pensando até quando viveremos essa intensidade sexual na sociedade. Enquanto isso devemos aumentar o tamanho dele, tomar remédios, aprendermos novas técnicas sexuais e gastarmos fortunas em terapia.
Vocês já perceberam a quantidade enorme de e-mails que recebemos: aumento o dito cujo, compre viagra, ciallis, etc.? e isso não apenas para e-mails de homens, que normalmente já sofrem desse trauma desde o berço, mas também as mulheres e neste caso com o agravante de toda a culpa de não terem um membro no meio das pernas e toda a dificuldade que isso traz a elas no mundo moderno, que Freud já explicava.
Esses spans me fazem pensar que nossa sociedade ultimamente está baseada no sexo, e nada mais. Todos querem ter o desempenho de ator porno, fazer o parceiro/a terem orgasmos múltiplos, querem receber o “oscar” de melhor performance sexual de todos os tempos. Todos queremos ser os Brad Pitts na cama com Madonna e claro com um membro enorme e rijo por muito tempo. Esquecemos que existem as preliminares, o beijo, os carinhos, o prazer pré-coito, o amor... queremos é sexo com falas de filme pornográfico, no máximo de porno-chanchada nacional. Não queremos conquistar, nem ter esse trabalho. É a época do fast food sexual.
No meio de tudo isso, temos toda a mitificação em relação ao tamanho do “astro principal” do ato. Como diz Ana Carolina: “todo homem tem um p.. maior, mais grosso que o meu...” ou qualquer coisa próximo a isso, mas que é verdade. Os homens tem esse trauma a séculos e agora isso é potencializado pela internet e seus sites e pelos spams.
O sexo está desqualificado por tanto falarmos nele. A liberdade sexual o tornou ordinário, no pior dos sentidos da palavra. Perdemos o encanto de fazer amor, de amarmos definitivamente, queremos o drive-thru, a coisa fácil, imediata e intensa. Estamos com a obrigação de fazermos a cada dia uma posição do Kama Sutra e quando chegarmos ao fim das posições somos obrigados a refazê-las em novas circunstâncias, lugares exóticos, misturar todas as posições numa só, devemos ser contorcionistas do sexo. E não esquecendo do tamanho e rigidez eterna do “astro rei”.
Fico pensando até quando viveremos essa intensidade sexual na sociedade. Enquanto isso devemos aumentar o tamanho dele, tomar remédios, aprendermos novas técnicas sexuais e gastarmos fortunas em terapia.
sábado, 18 de outubro de 2008
Crise de carater
Tenho passado por várias crises de cárater nesses últimos tempos, trazidos pela profissão e pela vida pessoal, e de forma muito intensa. Nessas crises é dificil julgar se os atos são corretos ou não, se são éticos ou se representam falta de caráter. Hoje falarei sobre as crises de caráter pessoal. Explico.
Sempre acreditei que cada um é é reflexo de sua história e sua circunstância, que ninguém é ruim por natureza, mas que determinada situação levou a pessoa a ter um ponto de vista sobre a vida, tornando-a boa ou má pelos critérios sociais medianos. Contudo, nem tudo é céu nem o inferno.
Quantas atitudes foram tomadas impensadas em suas consequências na vida alheia e própria, que trazem mágoas profundas nas pessoas que amamos. Um gesto de carinho que é confundido com um gesto de paixão por total carência afetiva do “acarinhado”, e com isso levar a uma série de acontecimentos sucessivos de mágoas.
Dia atrás ouvi a seguinte história: um homem casado propos a um amigo íntimo “alugar” um apartamento de família, desde que pudesse “cuidar” do seu inquilino de forma bem especial. Tudo não passaria de um mal entendido, se não fosse um detalhe: são da mesma família. Ora, o mal que o propusente fizera ao ofertado foi enorme, pois fora rebaixado à categoria de mercadoria, dispondo seu amor por um apartamente em nobre área da cidade, e próximo de seu concubino.
Outro dia ainda, outra pessoa desaguou em mágoas, lágrimas e impropérios de desconfiança por um acúmulo de acontecimentos passados, pensamentos confusos, informações cruzadas e amor intenso de amizade entre eles, mas que o medo de magoar fez com que suas próprias mágoas tornar-sem-se maiores do que a própria amizade.
Em ambos os casos é necessário compreensão dos dois quadros, posto que só as circunstâncias emocionais de cada qual poderão nos trazer luz aos fatos.
No primeiro caso, além da insatisfação sexual do proponente em seu casamento hetero fez com que confundisse a amizade de um parente com tesão sexual homossexual. Pode ser que o intuito da proposta fosse apenas ter seu objeto de desejo próximo, ao alcance de suas vistas, seu olfato e seu tesão, mas deixou parecer que não era apenas isso, disse que queria sexo deliverie, pago com moradia. Houve repulsa imediata e quebra de elemento básico nos relacionamentos de amor, e aqui incluo os de amizade, desprovidos de qualquer caráter sexual, que é a confiança. Perdeu seu sexo e seu amigo, esse foi o preço.
No segundo caso, o elo que mantém por mais de uma década a amizade desses dois seres estranhos e complementares não se perdeu, pelo contrário, a honestidade faz com que as amizades solidifiquem-se por retirada das mascaras dos personagens socias, abre-se espaço ao franco diálogo entre os pares, descobre-se defeitos alheios e em si mesmo, e sem que haja arrogância da sabedoria da idade, propoe-se a relevar, repensar, e investir na amizade. Apenas nas pessoas que depositamos amor, esperança e admiração é que nos proporcionam dor, decepção e quebra de paradigmas.
Não é fácil superar o primeiro ou o segundo caso, e principalmente o primeiro. Não vejo solução a curto prazo, pois a admiração ora depositada naquele ser repugnante torna-se ódio e mágoa que cegam qualquer resolução, e não nego a veracidade desses sentimentos, sentir-se objeto diminuto de comércio sexual não é fácil. Além do que sabemos que a personagem social adotada de bom marido e garanhão não passa de mero convencionismo social, e com interesses econômicos, já que no caso o patrimônio e carreira é baseada no sogro. Pensem só no possível estrago na vida deste ser se esses dados tornarem-se públicos. Mas claro, que tudo pode acontecer. Sempre podemos nos surpreender com a capacidade do ser humano de recuperar-se e perdoar.
No segundo caso, há maior facilidade em superar as diferenças entre eles. Mas há a necessidade de maturidade em ambos, é necessário sair daquele ponto de relacionamento adolescente em que há tantos pudores que tudo deve ser omitido, com medo de magoar. É necessário um pouco de frieza e cinismo para dar um passo adiante na amizade. Já passei por situações assim no passado e tudo melhorou depois. Honestidade é um elemento essencial em qualquer tipo de relacionamento, e principalmente nas amizades.
O que eu quero dizer com tudo isso é que no fim devemos é ser honestos sim, mas nos preocuparmos com as pessoas que gostamos... por mais difícil que seja.
Sempre acreditei que cada um é é reflexo de sua história e sua circunstância, que ninguém é ruim por natureza, mas que determinada situação levou a pessoa a ter um ponto de vista sobre a vida, tornando-a boa ou má pelos critérios sociais medianos. Contudo, nem tudo é céu nem o inferno.
Quantas atitudes foram tomadas impensadas em suas consequências na vida alheia e própria, que trazem mágoas profundas nas pessoas que amamos. Um gesto de carinho que é confundido com um gesto de paixão por total carência afetiva do “acarinhado”, e com isso levar a uma série de acontecimentos sucessivos de mágoas.
Dia atrás ouvi a seguinte história: um homem casado propos a um amigo íntimo “alugar” um apartamento de família, desde que pudesse “cuidar” do seu inquilino de forma bem especial. Tudo não passaria de um mal entendido, se não fosse um detalhe: são da mesma família. Ora, o mal que o propusente fizera ao ofertado foi enorme, pois fora rebaixado à categoria de mercadoria, dispondo seu amor por um apartamente em nobre área da cidade, e próximo de seu concubino.
Outro dia ainda, outra pessoa desaguou em mágoas, lágrimas e impropérios de desconfiança por um acúmulo de acontecimentos passados, pensamentos confusos, informações cruzadas e amor intenso de amizade entre eles, mas que o medo de magoar fez com que suas próprias mágoas tornar-sem-se maiores do que a própria amizade.
Em ambos os casos é necessário compreensão dos dois quadros, posto que só as circunstâncias emocionais de cada qual poderão nos trazer luz aos fatos.
No primeiro caso, além da insatisfação sexual do proponente em seu casamento hetero fez com que confundisse a amizade de um parente com tesão sexual homossexual. Pode ser que o intuito da proposta fosse apenas ter seu objeto de desejo próximo, ao alcance de suas vistas, seu olfato e seu tesão, mas deixou parecer que não era apenas isso, disse que queria sexo deliverie, pago com moradia. Houve repulsa imediata e quebra de elemento básico nos relacionamentos de amor, e aqui incluo os de amizade, desprovidos de qualquer caráter sexual, que é a confiança. Perdeu seu sexo e seu amigo, esse foi o preço.
No segundo caso, o elo que mantém por mais de uma década a amizade desses dois seres estranhos e complementares não se perdeu, pelo contrário, a honestidade faz com que as amizades solidifiquem-se por retirada das mascaras dos personagens socias, abre-se espaço ao franco diálogo entre os pares, descobre-se defeitos alheios e em si mesmo, e sem que haja arrogância da sabedoria da idade, propoe-se a relevar, repensar, e investir na amizade. Apenas nas pessoas que depositamos amor, esperança e admiração é que nos proporcionam dor, decepção e quebra de paradigmas.
Não é fácil superar o primeiro ou o segundo caso, e principalmente o primeiro. Não vejo solução a curto prazo, pois a admiração ora depositada naquele ser repugnante torna-se ódio e mágoa que cegam qualquer resolução, e não nego a veracidade desses sentimentos, sentir-se objeto diminuto de comércio sexual não é fácil. Além do que sabemos que a personagem social adotada de bom marido e garanhão não passa de mero convencionismo social, e com interesses econômicos, já que no caso o patrimônio e carreira é baseada no sogro. Pensem só no possível estrago na vida deste ser se esses dados tornarem-se públicos. Mas claro, que tudo pode acontecer. Sempre podemos nos surpreender com a capacidade do ser humano de recuperar-se e perdoar.
No segundo caso, há maior facilidade em superar as diferenças entre eles. Mas há a necessidade de maturidade em ambos, é necessário sair daquele ponto de relacionamento adolescente em que há tantos pudores que tudo deve ser omitido, com medo de magoar. É necessário um pouco de frieza e cinismo para dar um passo adiante na amizade. Já passei por situações assim no passado e tudo melhorou depois. Honestidade é um elemento essencial em qualquer tipo de relacionamento, e principalmente nas amizades.
O que eu quero dizer com tudo isso é que no fim devemos é ser honestos sim, mas nos preocuparmos com as pessoas que gostamos... por mais difícil que seja.
Crise de frequencia
“Super ponte unindo SP ao RJ com varias frequencias” é o slogan de uma cia aére popular... o slogan me bateu torto no estômago. Não gostei. Ponto.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Crise de Crise
De vez em quando eu entro numas crises de não ter crises. É fato, quando nada acontece na minha vida, gerando um aprendizado, crescimento pessoal, espiritual, financeiro, etc., entro numas crises de que a minha vida encontra-se estagnada.
De vez em quando eu entro numas crises de ter muitas crises. É fato, quando uma coisa acontece, acontece tudo de uma só vez, sem ordem, sem prioridades, trazendo muita confusão a qualquer mente ou coração despreparado.
Não é novidade que muitos suicídios são cometidos em momentos de crises intensas em todas as áreas da vida de uma pessoa, como tantos outros são cometidos pois simplesmente não se tem alguém para amar e ser amado, e logo em seguida desprezar e reclamar de não ser correspondido, de desejar a liberdade perdida, etc., é impreterivelmente assim, o ser humano: tem crises por excesso de crise ou por falta delas.
Reclamamos de tudo, sempre, pelo excesso de trabalho ou pela falta dele. Pela solidão ou pelo companheiro(a). Pela proximidade da família ou pela falta dela, pelas auto-estradas ou pelas vielas, pelo sol e pela chuva, pela serra ou pelo mar.
Todos nós desejamos um equilíbrio, é verdade, e já defendido por Aristóteles como único caminho para a felicidade, mas na prática é impossível. Além do que o morno, o bege, o meio tom, a voz mansa, a fala calma é entediante, enfadonho, insuportável até, e capaz de criar novas crises.
Todos nós precisamos de uma crise ora ou outra para oxigenar nossos corações, levar adrenalina ao nosso cérebro, claro que tudo controlável, e sem desgraças pessoais, mas no sentido de ser desafiado a ter um novo ponto de vista, um novo pensamento, sentimento, uma nova emoção e percepção da vida.
Precisamos das crises à medida que desejamos crescer. Há um provérbio que diz "Os problemas são apenas oportunidades vestidas em roupa de trabalho." E aqui, fazemos uma adaptação livre para traduzir os problemas por crises.
Mas juro que não desejo novas crises, já me bastam as atuais. Acho que estou numa crise de excesso de crises e já está mais que suficiente tentar administrar tudo isso.
De vez em quando eu entro numas crises de ter muitas crises. É fato, quando uma coisa acontece, acontece tudo de uma só vez, sem ordem, sem prioridades, trazendo muita confusão a qualquer mente ou coração despreparado.
Não é novidade que muitos suicídios são cometidos em momentos de crises intensas em todas as áreas da vida de uma pessoa, como tantos outros são cometidos pois simplesmente não se tem alguém para amar e ser amado, e logo em seguida desprezar e reclamar de não ser correspondido, de desejar a liberdade perdida, etc., é impreterivelmente assim, o ser humano: tem crises por excesso de crise ou por falta delas.
Reclamamos de tudo, sempre, pelo excesso de trabalho ou pela falta dele. Pela solidão ou pelo companheiro(a). Pela proximidade da família ou pela falta dela, pelas auto-estradas ou pelas vielas, pelo sol e pela chuva, pela serra ou pelo mar.
Todos nós desejamos um equilíbrio, é verdade, e já defendido por Aristóteles como único caminho para a felicidade, mas na prática é impossível. Além do que o morno, o bege, o meio tom, a voz mansa, a fala calma é entediante, enfadonho, insuportável até, e capaz de criar novas crises.
Todos nós precisamos de uma crise ora ou outra para oxigenar nossos corações, levar adrenalina ao nosso cérebro, claro que tudo controlável, e sem desgraças pessoais, mas no sentido de ser desafiado a ter um novo ponto de vista, um novo pensamento, sentimento, uma nova emoção e percepção da vida.
Precisamos das crises à medida que desejamos crescer. Há um provérbio que diz "Os problemas são apenas oportunidades vestidas em roupa de trabalho." E aqui, fazemos uma adaptação livre para traduzir os problemas por crises.
Mas juro que não desejo novas crises, já me bastam as atuais. Acho que estou numa crise de excesso de crises e já está mais que suficiente tentar administrar tudo isso.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Crise de Latinha
Há dias que simplesmente não são bons. O desejo é que o relógio corra para que ele logo acabe, mas insiste em nos contrariar, arrastando-se vagarosamente por cada um dos segundos existentes no dia, nos fazendo viver as 24 horas de cada um dos fusohorários por inteiro, dando a chance de sofremos por 34560 minutos inteiros.
O sofrimento nem sempre é causado por uma causa em especial, apenas um mal momento cabalístico, com data de término marcada na agenda cósmica.
Não podemos sofrer por isso, nos cabe, neste momento, ter consciência e lidar da melhor forma possível.
Enquanto isso, coloque um sorriso no seu personagem, e tente levar a vida com uma certa leveza, dentro do turbilhão interno.
O sofrimento nem sempre é causado por uma causa em especial, apenas um mal momento cabalístico, com data de término marcada na agenda cósmica.
Não podemos sofrer por isso, nos cabe, neste momento, ter consciência e lidar da melhor forma possível.
Enquanto isso, coloque um sorriso no seu personagem, e tente levar a vida com uma certa leveza, dentro do turbilhão interno.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Crise de MPB
Dia desses estava ouvindo rádio à caminho do trabalho, e tenho tempo para isso, e estava sintonizado numa rádio de MPB em SP. E fiquei me perguntando o que é Música Popular Brasileira, é Chico Buarque, Djavan, Milton Nascimento, Alceu Valença, Gilberto Gil, Marisa Monte etc., os pseudo intelectuais da cultura brasileira. Se você não gosta deles não faz parte da elite intelectual do país, não pode participar dos saraus, etc.
Skank, Pato Fu, Cidade Negra, Negra Li, Sandy, Junior, Família Lima, Reginaldo Rossi, Wanessa Camargo, Zezé Di Camargo e Luciano, Citãozinho e Xororó, etc., não... eles não são MPB. Vendem horrores, têm shows lotados, fazem muito dinheiro, representam a dor de cotovelo popular, da baixa burguesia, do proletariado, mas não consideramos MPB.
MPB tem de ser intelectual, e muitas vezes chato. Ok, o reclamão inventou a Bossa Nova, mas pelo amor de Deus, o que fez depois disso que não repetição do mesmo acorde, além de ficar recluso em NY à séculos (e se considera brasileiro, e nem vive aqui, lá é muito mais chique ser Popular Brasileiro, sem se misturar à putrefação cultural do nosso país).
Roberto Carlos, até tenta se reinventar, e faz a alegria dos cornos e amantes afora, mas só recentemente, com um show ao lado do Caetano Veloso pode ser chamado de elite da MPB, mesmo que venda pelo menos 1 milhão de CDs todos os anos, mas não é intelectual.
Los Hermanos, e seu líder Camelo, acham que ser popular é anti-cultural, é contra a MTV, à Globo, SBT e a comunicação de massa, não cantam "ana julia" pois foi poplarizado demais, atingiu as massas. Hipocrisia. Assinam contrato com uma gravadora multinacional, mas querem vender 2000 cópias (é o que dizem, pois assim são intelectuais).
Marisa Monte, Fernanda Takai, Vanessa da Mata, entre outras novas cantoras tem mostrado que são boas no que fazem, e querem atingir as massas, pelos menos isso que demonstram em público...
Charlie Brow Junior, Bruno e Marrone, Capital Inicial, Pitty, entre outros atingem a massa, transmitem a população e disseminam sua mensagem nas músicas.
Legião Urbana, um dos maiores vendedores de discos, ainda hoje, fizeram sucesso com 3 notas musicais, com a ideologia de que música boa era música fácil.
POP, qual a definição? Qual a aplicação? Por que ser MPB é ser restrito?
Independente do meu gosto musical, não gosto de todos os grupos que citei defendendo, nem desgostos dos intelectuais, gosto de tudo um pouco, pois me nego a ser manipulado pela intelectualidade, só acredito que MPB deve atingir as massas, e não os frequentadores da Daslu.
Assinar:
Postagens (Atom)