sexta-feira, 1 de maio de 2009

Crise de posts

nesses últimos dias comecei a escrever uns 3 posts, mas no meio eu me perco, não gosto, e apago tudo.

domingo, 26 de abril de 2009

O sentimento dos ultimos dias

It Must Have Been Love (tradução)
Roxette
Composição: Indisponível
Deve Ter Sido Amor
Deve ter sido amor...mas agora acabou
Deixe um suspiro no meu travesseiro,
Deixe o inverno para trás.
Acordei só, tudo estava quieto
Em meu quarto, e em toda a parte.
Toque-me agora, eu fecho meus olhos e fico sonhando...
Deve ter sido amor, mas agora acabou,
Deve ter sido bom, mas de alguma forma eu te perdi.
Deve ter sido amor, mas agora acabou,
Desde o momento que nos tocamos até nos separarmos.
Faça-me acreditar que estamos juntos,
Que estou amparada em seu coração
Mas por dentro e por fora, eu me tornei em água,
Como uma lágrima na sua palma da mão.
E é um forte dia de inverno, eu fico sonhando .
Deve ter sido amor, mas agora acabou,
Era tudo que eu queria, agora estou vivendo sem você.
Deve ter sido amor, mas agora acabou,
É onde a água flui, é onde o vento sopra.

domingo, 12 de abril de 2009

Crise Páscoa

Hoje é domingo de Páscoa, para os católicos um dia de ressurreição, de renovação. Essa semana também foi comemorado o Pessach, a "Páscoa Judaica", que significa passagem, e representa a passagem do anjo da Morte enviado por Deus para libertar o povo judeu da escravidão imposta pelos Faraós.
Acredito, mesmo não sendo um estudioso de religiões, ou mesmo um filósofo gabaritado, que ambos significam, de um jeito ou de outro, renovação e libertação. Jesus, ao libertasse da Terra, e subindo aos céus, cumpriu sua função para com a Humanidade.
O Anjo da Morte, ao matar os primogênitos egípicos, trouxe esperança a um povo, renovando sua fé e libertando de seu martírio, cumprinido sua função com seu povo.
Mas a nós, meros mortais, o que esperar da Páscoa? Dizemos que é momento de renovação, de perdão, que devemos purificar nossos corpos e almas. Mas como conseguir isso?
O Perdão é muito dificil de ser atingido, principalmente quando se trata de perdoar dos pecados próprios. Perdoar os outros é mais fácil, pois não se conhece as motivações internas, os sentimentos, quando se trata de perdão aos erros próprios, o nível é elevado, principalmente para pessoas que sofrem de um perfeccionismo extremo, que acreditam que devem errar o mínimo possível.
De vez em quando a vida nos ensina que esses obstáculos aparecem em nossas vidas apenas para mostrar que não temos total poder sobre nossas vidas. Mas como se perdoar quando provocou sofrimento a pessoas importantes em nossas vidas. Como atingir esse nível de evolução? Quanto se deve sofrer para entender como agir?
Desculpar é fácil, pois há uma ofensa menor, um drama particular que tem o intuito muito mais de confortar o outro, mas para perdoar é necessário passar por cima do sofrimento causado, entender e deixar no passado. Cobrar-se menos é um bom começo, mas é é um passo grande, e nem sempre temos essa envergadura de perna para dar.

domingo, 5 de abril de 2009

Crise de Armário

Conversando com uma amiga, a quem eu devia um café e que paguei com cerveja, conversávamos sobre os armários de nossas vidas, e vim pensando nisso. Precisamos mesmo escancarar nossos armários, abrir as caixas de pandora que todos temos dentro de nós para todos? Isso realmente é necessário?
Por que precisamos dar tanta satisfação de nossa felicidade, e consequente tristeza, a todos? A sociedade não é responsável por elas, principalmente pela nossa felicidade, mas tem alto percentual de responsabilidade em nossas tristezas.
Precisamos justificar nossos passos, e não simplesmente sermos nós. Há uma necessidade, em tempos de liberdade de expressão que sejam assumidas determinadas posições para que simplesmente possamos ser rotulados, etiquetados e assim viver à margem da sociedade.
Ou você se encaixa, ou não. simples. As variações em escla de cinza simplesmente não são aceitas, e por isso mesmo as pessoas exigem que mostremos nossos armários. Nossos segredos, nossas experiências particulares, os livros que lemos, os filmes que vimos, e as músicas que escutamos e que nos mudaramm todos querem ter acesso a eles.
Por que ter acesso a isso tudo? Não é pior saber tudo? Há certas informações que são sabidas, e que não precisam ser ditas e/ou ouvidas, pois provocam um turbilhão de sentimentos, principalmente a quem houve, pois sempre imaginamos que a dor alheia é insuportável, mas esquecemos que nosso organismo tem mecanismos automáticos para diminuir a dor.
Queremos fuçar as gavetas alheias e os cadáveres pindurados nos cabides dos armários dos que nos cercam para julgar diante da nossa bagagem pessoal. Por menos pré-conceituoso que seja, a pessoa sempre fará seu julgamento baseado na experiência pessoal, e não na do personagem analisado.
Queremos que as pessoas se assumam gays, country, roqueiras, "axezeiras", forrozeiras e assim por diante. Mas esquecemos que podemos ser tudo isso e mais, ou menos, dependendo da pessoa. Sâo Paulo, como uma metrópole mundial ainda nos permite um pouco de privacidade, e que você vista diversas máscaras, dependendo do ambiente alheio, e por serem muitos os armários a serem fuçados, é possível que o seu seja esquecido pela grande massa, mas nunca deixará de sofrer tentativas de abertura.
Todos querem que o próximo saia do armário, mas querem acompanhar isso, sentados confortavelmente dentro do próprio armário, trancado a 7 chaves, para não receberem qualquer respingo dos armários escancarados alheios.
E então me pergunto, você já saiu do seu armário?

domingo, 29 de março de 2009

Crise do Não

Dia desses estava assistindo a um programa na TV e o tema era o "não" e a dificuldade em ser usado, tanto no dar e no receber. E desde então tenho pensando muito nisso.

A questão chegou a mim justamente quando estava recebendo um não, de uma pessoa que prezo muito, mas que precisou me dar o não. Imagino o quão dificil deve ter sido esse processo de decisão e falar o não, tentando arrumar desculpas que pudesse magoar menos, deve ter arrumado várias razões para convencer-se de que aquele não deveria ser dado, e que ele deveria vir revestido de razões lógicas.

Quando eu recebi o não tive de respirar fundo, e aceitar com a desculpa que realmente aquilo era a melhor forma, que a rzão revestia a decisão de uma assertividade rara. Com um sorriso no rosto, mas o coração em pedaçoes precisei seguir meu caminho. Mas claro isso não desceu bem, um pedaço de mim não conseguiu aceitar. E ela percebeu, mas não pôde fazer nada para mudar a palavra jogada.

Normalmente quem dá um não tem tempo para decidir seus motivos, e como falar. Quem recebe não tem tempo para nada.

Na nossa cultura latina, temos tanto medo de magoar as pessoas que simplesmente não sabemos usar a objetividade do sim e do não, pelos simples motivos que devemos dize-los, na liberdade do seu significado, sem desculpas, precismos fazer rodeios, explicar tudo de tal forma que acabamos escolhendo as piores desculpas e as que provocam os maiores danos.

Exigimos que os outros entendam nossos desejos e motivos, e quando não acontece a contento, não conseguimos suportar e ficamos magoados com a reação.

Quando vamos terminar um romance, não dizemos simplesmente "acabou"! Dizemos que a vida, nossos objetivos, nosso trabalho, família, o sol, as férias, a roupa, o tudo, e colocamos numa mesma bandeja senvindo ao "abandonado". Não conseguimos admitir que o amor acabou.

Quando cansamos de algo, precisamos de tantas desculpas, que consomem nosso tempo sendo que poderíamos simplesmente dizer: não obrigado. Mas não queremos, não podemos e achamos insoso não desculpar e motivar.

Ainda estou superando um não, e tentando dar um outro, mas tudo isso é um processo longo.

crise de escrita

Desculpem a ausencia, mas tem explicações trabalhistas.
amanha teremos um novo texto

segunda-feira, 16 de março de 2009

Crise de perfeição

Dia desses recebi um texto sobre a mulher perfeita, sobre o que a sociedade espera da mulher moderna: ser delicada e forte, sensível mas sem chorar, ganhar muito dinheiro e continuar dependente do marido, em ser uma super mãe-educadora-esposa-profissional-gostosa-bem vestida-bem humorada-maquiada-perfeita. Pois bem, para os homens não é fácil também.
Hoje precisamos ser saudáveis, malhados, mas cultivar uma barriguinha para não sermos taxados de gay. Precisamos ter sucesso profissional, nos dedicar à empresa, mas ainda assim dedicar muito tempo à nossa família e amigos. Precisamos estar sempre disponíveis para a empresa, mas também estudar, comer, tomar banho e ter uma vida. Precisamos ser vaidosos, mas dentro de um limite que ninguém sabe qual é. Precisamos ser modernos e antiquados, tudo junto e ao mesmo tempo e agora. Precisamos ser super-homens-lindos-inteligentes-ricos-bem cuidados-rústicos-educados-enólogos-fashionistas tradicionais-amantes poderoso-românticos.
A era da informação tem feito de nós, seres humanos comuns, ordinários e de classe média prisioneiros da intensidade da vida. Precisamos conhecer o país, o mundo, fazer intercambio, e viajar ao exterior, nem que seja pacote da CVC para conhecer 28 países em 15 dias, apenas o essencial.
Antoine de Saint-Exupéry já dizia em “O Pequeno Príncipe” que o essencial é invisível aos olhos. Conhecer outros países só vale a pena para conhecer a sua cultura, seus gostos e seus cheiros. Mas as pessoas não querem isso. Querem tudo intenso. E isso tem provocado uma confusão no que desejamos de nossos homens e mulheres.
Queremos super-heróis em vez de gente ordinária e comum. Um amigo me disse que a beleza do Super-homem estava no “rebaixamento” a que ele se submetia, como um homem de super poderes pode disfarçar-se de humano comum se os humanos comuns que ganham super poderes se fantasiam de super-homens?
Estamos vivendo uma confusão tamanha que não sabemos quem somos nem o que queremos. Vemos a intensidade dos amores de novela e desejamos. Vemos a riqueza de “Caras” e desejamos. Vemos os sucessos de Holywood e desejamos. Mas será que queremos o que desejamos?
Queremos mesmos homens e mulheres perfeitos, que nunca nos surpreenderão com um defeito novo, com uma mania desconhecida?
Queremos a mesmice da perfeição da escultura de Rodin? Não é melhor o Salvador Dalí e sua visão do mundo?
Qual a essência do homem e da mulher contemporâneos? Talvez nosso âmago seja o mais vazio da história da humanidade, no exato momento da história que mais instrumentos temos para nos aprofundar, em que podemos nos conhecer melhor, em que desenvolvemos nossas ciências e tecnologias ao máximo do possível e a usamos ao mínimo desejado. Temos as ferramentas, mas não sabemos usar.
E por isso mesmo, desejamos que o conhecimento e atitude sejam transferidos por meio de chips pré-programados e pagos. Fazemos cursos pelo diploma e não pelo conhecimento. Compramos pela moda, não pelo gosto. Casamos pela sociedade, não pelo amor.
Somos todos super-heróis de uma história em quadrinhos cor de sépia, desgastados pelo excesso, que conta história nenhuma de um povo vazio e bonito.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Crise de Aniversário

Sabe, tinha outro texto para escrever, mas hoje é meu aniversário. Muitas coisas mudaram no último ano. Me apaixonei, separei, mudei de emprego, conheci lugares, pessoas, mudei de idéia, voltei atrás, dei 2 passos adiante, briguei, fiz as pazes, não perdoei e não fui perdoado.
Foram intensos esses últimos meses, estive, e continuo, num furacão emocional. Não cheguei ao olho nem fui jogado para fora. Estou aqui, passando por tudo junto, ao mesmo tempo e agora.
Sempre escutei que com o tempo, o conhecimento e a vida a calma chegaria, a senioridade traria paz à alma. Não aconteceu. Não amei por toda a vida, mas amei intensamente. Amei o amor da minha vida por um curto período de tempo, de forma tão intensa, que me consumiu rapidamente.
Evolui profissionalmente nesse ano. Muito mais que poderia supor, e menos do que poderia desejar. Ainda tenho longos caminhos a percorrer para chegar onde pretendo estar. Muito a evoluir para ser a pessoa que gostaria de ser. Tornar-se grande para fazer a diferença, embora saiba que sendo pequenino como sou, já o faço.
Sei que as pessoas tem uma visão positiva sobre mim, como um semeador de sorriso, alegria, boas energia. Faço bem às pessoas, e não me sinto tranqüilo com isso. É uma responsabilidade enorme. Mas eu recebo de volta isso, o que alivia o peso da minha responsabilidade.
Me preocupei com meus amigos, e com o que eles acham de mim. Não com todos que me cercam, mas com algumas pessoas em especial, que sempre tentei entender a visão sobre mim, e tornar-me melhor sobe suas lentes, hoje vejo que as vezes que mais agradei foi sendo eu mesmo, sendo espontâneo, dando minhas gafes, falando, rindo, cantando, dançando e girando pela vida.
Hoje vejo que isso não importa muito. Tenho agregado novos amigos à minha vida, pessoas interessantes que eu quero agregar aos velhos amigos, mas sei que nem todos aceitarão assim fácil. A mudança não é algo natural para todas as pessoas, que se apegam ao passado para provar o quanto são importantes, mas eu prefiro ver sua importância no hoje, no amanhã e no ontem, de forma equilibrada.
Quero todos eles, juntos, ao mesmo tempo, e agora e sempre. Não é fácil. Mas para isso me esforçarei, desde que eles estejam afim de passar tudo comigo. Seja na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, e até que nossa morte nos separe. Pois o que Deus uniu no meu casamento com meus amigos, nenhum homem poderá separar.
Quero mais um ano, além de todos os outros que estão por vir, com muita emoção, evolução, amigos e amores. Mas não quero isso para mim apenas, mas para os que me cercam... e que todos tenham um amor para chamar de seu. Inclusive eu.
Hoje é meu aniversário. Hoje é meu dia. Hoje é dia de festa e não de crise. Let´s Party! Carpe Diem Rules.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Crise de Timidez

Certa vez, num passado distante, numa terra muito, muito lonfge, eu era timido, daqueles que travavam diante de uma pessoa desconhecida, de uma novidade, que seria incapaz de fazer uma apresentação pública, com medo de ter os meus possíveis erros apontados em todos os registros para o resto da humanidade, provando a minha imperfeição.

Pois é... em um determinado momento eu precisei enfrentar isso, assim que comecei a trabalhar e foi um dia, que até hoje faz parte da minha memória sentimental e mudou meu jeito de ser.

Certa vez alguém escreveu ou falou que o tímido é aquele que se acha o centro do mundo, para que todos prestem atenção em seus atos e erros e se lembrem para sempre da gafe.

Pois é, as pessoas até podem fazer isso no momento, rir da desgraça alheia é tão humano quanto o polegar. Isso nos diferencia do resto dos animais, mas isso não quer dizer que será lembrado eternamente.

Os humanos erram, e aprendem com isso, evoluem, se tornem melhores (ou piores), mas determinados fatos não coroam as mentes alheias. Claro, quem apanha lembra muito mais quem bateu, mas devemos dar menos importância aos outros e mais a nós mesmos. Deve haver mais amor próprio do que amor ao próximo... sim, é egoísta, mas é o que garante a nossa sobrevivência no mundo.

Se você quer dançar sem saber dançar, dance, não ligue para a opinião alheia, que não serve de nada. Fazer o que se deseja está muito próximo ao CARPE DIEM, pois aproveitar o dia é fazer o que se gosta, o que proporciona prazer, o que faz bem...

A timidez não pode ser um freio no desenvolvimento social de ninguém... você é o que é, meio torto, meio gordo, meio reto, meio magro, dedos desproporcionais, braços longos, perna fina, etc., pode cair num palco, torpeçar na rua, errar um texto, falar inglês errado, mas vai deixar de sobreviver por causa disso? Perder oportunidades pois os outros podem, imaginando a sua importância no mundo deles, rir porque você gaguejou, enquanto eles nem tiveram coragem de tentar?

As pessoas gostam de apontar os erros pois é um jeito de diminuirem aqueles que tiveram a "ousadia" de fazer o que eles não tiveram.

Timidez e medo, assim como todos os demais sentimentos, são importantes como freio moral mas devem ser usados com moderação.

Aristóteles, em ética a nicômaco, já dizia isso, o equilíbrio é essencial à humanidade para atingir a felicidade.

Então a timidez, como tudo, deve ser usado com moderação... eu ultrapassei essa fase, e certamente sou mais feliz hoje, embora, para algumas coisas meu freio moral funcione e me retrai um pouco, mas uma vida é muito pouco para se livrar de tudo!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Crise de Inspiração

Dia desses recebi um comentário anônimo no Blog, sobre a qualidade do Blog, que eu agradeço de coração, e sobre a força que, por um texto meu, inspirei-o a lutar por um amor de verdade.
Me senti lisongeado, mas completamente inseguro com relação a isto, e tenho pensado muito nisto: qual a real influência que podemos criar sobre os outros?
A era moderna é composta por diversos ídolos desprovidos de qualquer motivo ou característica intelectual, cultural, financeira, heróica, esportiva ou qualquer outro motivo que valha a pena. Idolatramos quem está na mídia, porque namora, namorou ou namorará um outro famoso, ou porque passou em um reality show qualquer da TV. Gostamos de artistas montados montados pelas gravadoras para venderem muito, mesmo em tempo de pirataria e internet.
Nossos ídolos influenciam nossos modos, gostos, escolhas, consumos, presente e futuro e tudo isso financiado por alguma marca poderosa. Queremos Calvin Klein, Diesel, Gucci, Armani, etc., porque sai na Caras. Queremos o que eles vestem, comem, moram, usam.
O comentário criou um momento de crise em mim. Senti a responsabilidade de ter atingido uma única pessoa. Aparentemente pelo bem, pois mostrei a coragem de lutar por um amor que estava escondida nele. Não criei nada. Talvez despertei o melhor dessa pessoa.
Sabe, pode ser que este blog um dia seja acompanhado por milhares de pessoas, ou não e se perca na blogsfesra, mas com certeza atingi uma pessoa. Talvez a história de amor não dê certo. Ou talvez vire um conto de fadas (eu mereço ser convidado para a festa) e eles serão felizes para sempre.
Eu acredito que inspirei uma pessoa, como sou inspirado por tantas outras, que me são próximas, que eu admiro, que respeito.
Por isso, caro anônimo, estou torcendo que minha influência tenha trazido a você o amor da sua vida. Se não for dessa vez, que ocorra em breve. Nosso destino está escrito e não sabemos o próximo degrau que deveremos subir.
Torço para que os próximos ídolos sejam como Barack Obama, que trouxe esperança ao mundo em crise e com medo. Que os próximos a serem idolatrados sejam Leonardos da Vinci, Freud, Romeros Britos... que sejam fortes e íntegros. E que estes ídolos sejam proibidos de fraquejar e errar, para que permanecem no imaginário humano pela sua inspiração positiva na fé humana.
E que venham os próximos inspiradores do mundo!